O Brasil já é um país que vive "de mentirinha" como se fala pra tudo que queremos admitir ser sem nos envolver com profundidade na busca de querer fazer. Ninguém quer, hoje, envolvimento sério com o que é e com o que alguns precisam de nós para dizer somos e daí? Por isso, por sermos NORTE, filhos bastardos do Brasil, é claro, que também seremos bastardos naquilo que "importamos" de outras regiões e países. Busco não ser assim desde sempre. Desde jovem, sempre fui desprovida de preconceitos. Meus melhores amigos eram gays ou "supostamente" gays ou lésbicas. Até o que era permitido pois não era proibido em lei, claro, que era a questão de descendência.... Também, é claro, trabalhava numa Agência de Publicidade, Mendes Publicidade, em que o Universo de pessoas que normalmente relacionava-me era bem diverso, particular, singular. Acho que, por isso, não deixei crescer em mim a árvore do veneno do preconceito nem de gente nem de coisas, locais, lugares que eram frequentados por mais diverso público. Nunca bebí e nunca fumei, mas também nunca tive preconceito de quem o fazia. Feito o prólogo, quero mesmo é unir meu espaço com aqueles que, como eu, defendem o direito de ser sem ser incomodado.
Sou seguidora do blogger paricarana.blogsports.com e achei muito bom o post "versatilizando". Muito Bom! Temos vergonha de sermos e do que temos. Viajamos para o resto do Brasil, para a Europa e aí voltamos deslumbrados, cada vez mais aumentando o espaço crítico entre NORTE, SUL, SUDOESTE e obviamente, nosso complexo de inferioridade.
O que temos aqui, em Rondônia, faz parte de um enorme esforço dos empresários, que diferentemente de nós, fazem seus investimentos aqui e confiam em nosso público. Mas, continuamos a querer um quadrado que está distante sem o devido respeito a essas pessoas que, passando por cima do nosso complexo seja de Gays, Lésbicas, GLBT, Heteros, seja de Nortistas e investem em nossas noites....
Sinceramente, espero com ansiedade, o dia em que conhecerei a Versátil em grande estilo. No Carnaval, senti intensa vontade de ir à Versátil, conversar com o proprietário, colocar-me à disposição como Jornalista com um único interesse: abraçar as "bandeiras" que assumo. Vou fazer essa visita em breve e estabelecer esse contato com o proprietário da Versátil e dizer "estou aqui" sem pretensões, só querendo valorizar o que existe ma minha cidade e participar, enquanto posso, de desfazer esse estigma de "filho bastardo" do Brasil.
Meu Pai foi empresário nessa Terra e, aplicando nela, era Pernambucano, criou quatro filhos e vários netos. Não tenho como negar que Rondônia, não é apenas o "Porto do Velho" mas sim, um Porto Seguro para os Investidores. Sou sempre grata a essas pessoas e não faço isso com segundas pretensões, pois o que tenho já dá numa VAN (HA!HA!HA!HA!).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário